junho 18, 2012

Troco

...família. Aliás sou generosa e pago a quem os aturar.

É tudo disfuncional ou carai...
É tudo maluco.
E eu que os ature.

Eu preciso de férias dessa gente...preciso mesmo. Em vez de me largarem os cornos...eu que me sinto tão sozinha, tão perdida sem a minha mãe...fodem-me a cabeça com pseudo problemas.

Foda-se:
a minha avó não vai a minha casa porque não consegue lá entrar...pensa na filha e tal. Eu moro lá...fui eu que vi que a minha mãe estava morta...fui eu que tive sangue frio para tratar de tudo...para ligar a toda a gente...para abandonar a minha vida e viver com o meu pai...que tratei de arranjar força nem sei muito bem onde...que arranjei filhos de 4 patas (e foi a melhor coisa que fiz), mostro vontade em tê-la comigo...mesmo sabendo que ela se recusa estou a tratar de lhe arranjar um quarto não vá o diabo tecê-las. Estive doente...2 dias de cama...visitas da parte dela zero. Não pode andar (só anda pró que lhe apetece). Uma tia minha não fala para ela...não a quer na casa dela...só a trata cordialmente porque "vá lá..." ainda lhe tem 1 pingo de respeito por ser a mãe do marido...foi operada. A velha não sai da casa dela.
Se fico contente...não fico. Se lho vou dizer...VOU.

a minha prima...foi /é a outra durante 4 anos, vai a casa dos pais e da legitima pedir explicações. Se acho normal?! Claro que não acho normal...Pede a minha opinião e fica toda revoltada porque lha dou.

a minha madrinha...tem dias. Há dias em que não há doença que lhe falte...há dias em que se lhe ataca a ciumeira e é do catano. Tem outros dias que anda boa...é a minha madrinha, é o que tenho de mais
 parecido com a minha mãe...ama-me incondicionalmente e tem um orgulho na afilhada que não se diz...sente-se.

´Nem vou relatar sobre tios...porque senão não acabava este desabafo nunca.

Sinto falta da minha mãe...muita falta mesmo. (Sempre lhe disse, quando ela era viva e naquelas conversas do quanto eu morrer...quando tu morreres...que havia de sentir muita falta dela...mas nem sabia o quanto era isso verdade).

Agradeço à entidade superiora o pai que me deu, a família directa com que me brindou. São realmente o máximo...mas os indirectos...levem-nos de férias, por favor!!!Ou lvem-me a mim...eu sou gente, eu não matei ninguém e sinceramente o meu maior defeito é ser boa pessoa!

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